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aventura

horadeaventuras1Autor(es) Ryan NORTH, argumento; Braden LAMB [et al., desenho; Pendleton WARD, criacção

Editora Devir

Número de Volumes 4 volumes

Impressão Quatro Cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 8 anos

Comentário Adaptação da série de sucesso do Cartoon Netwoork: Hora de Aventuras. Ocupa o 2.º lugar no share do canal em Portugal, com um público essencialmente jovem (idade a partir de 8 anos), tendo conquistado também os adultos. Lich, o maléfico e aterrador tipo esquelético, fugiu da sua prisão mágica e quer destruir… bem… tudo! Está a sugar tudo na Terra de Ooo, assim como os nossos heróis, os melhores amigos Jake o cão e Finn, o humano! Poderão eles escapar a tempo de repor a ordem em todos os reinos?

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Autor(es) Fernando BENTO, argumento e desenho; Robert-Louis STEVENSON, autor da obra adaptada

Editora Asa

Ano de Publicação 1991

Número de Páginas 40 p.

Impressão Quatro Cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 10 anos

Comentário Publicada pela primeira vez em 1947 na revista Diabrete “A ilha do tesouro” de Fernando Bento (1910-1996), um dos mais notáveis autores portugueses de bd, relata-nos uma aventura de um dos mais importantes escritores da literatura mundial Robert Louis Stevenson (1850-1894).
Trata-se de uma história de piratas, com todos os ingredientes: um tesouro por descobrir, um mapa, uma ilha, uma expedição, um motim e um pirata com uma só perna, que continua, nos dias de hoje a ser uma história de aventuras das mais amadas da literatura.

Informação Bibliográfica Sequela: “Regresso à ilha do tesouro” (Asa; 1993; com H.A. Calahan, autor da obra adaptada)

alsaAutor(es) Raul CORREIA, argumento; Eduardo Teixeira COELHO, desenho

Editora Libri impressi

Ano de Publicação 2016

Número de Páginas 64 p.

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 12 anos

Comentário Esta uma BD de 1948 de Raul Correia (1904-1985) e Eduardo Teixeira Coelho (1919-2005) foi originalmente publicada na revista O Mosquito.  Neste volume brochado de 64 páginas, formato 32×23 cm, reproduz as 39 pranchas de A Lei da Selva com os magistrais desenhos a preto e branco impecavelmente restaurados e reproduzidos – e sem os cortes que na revista original sofreram devido à má legendagem – e o poético texto na sua integralidade e correctamente distribuído pelas vinhetas. Esta edição histórica inclui também: a versão a cores de todas as pranchas que em O Mosquito se apresentaram coloridas; a história de 8 pranchas – também rigorosamente restauradas – Bodas Índiasrealizada por Eduardo Teixeira Coelho em 1954 para a revista espanhola Chicos e até agora inédita em Portugal; uma apresentação do consagrado autor de banda desenhada José Ruy, companheiro de artes de Eduardo Teixeira Coelho e seu colaborador; um longo estudo do rigoroso crítico de banda desenhada Domingos Isabelinho e mais duas ou três coisas curiosas…

 

Autor(es) Alan MOORE, argumento; Kevin O’NEILL, desenho

Editora Devir

Número de Volumes 5 volumes

Impressão  Quatro cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 14 anos

Comentário (…) num registo de ficção “Steam Punk” constrói uma espécie de “Liga da Justiça”, constituída por uma série de heróis da literatura vitoriana, como a Nina Murray do “Drácula” de Bram Stoker; Alan Quatermain de “As Minas do Rei Salomão”, de H. Ryder Hagard; o Capitão Nemo de Júlio Verne, o Dr. Jekyll (e Mr. Hyde) de Stevenson e o Homem Invisível de H. G. Wells, que se revelam como a última linha de defesa do Império Britânico, contra os inimigos da Coroa, como o maléfico Dr. Fu Manchu (personagem de Sax Rohner que, por questões de direitos nunca é identificado pelo seu nome).
Exemplo claro de uma ideia genial muito bem aproveitada, a “Liga…” é não só uma bela história de aventuras, mas um autêntico “Quem é quem na Literatura do século XIX” pois literalmente todas as personagens (…) provêem de livros, o que dá bem ideia da quantidade (e qualidade) da pesquisa efectuada por Moore e O’Neill. Embora não seja necessário ter lido todos os livros citados por Moore para apreciar esta história, quanto maior forem os conhecimentos literários do leitor, maior será a fruição.» © João Miguel Lameiras

Autor(es) Lewis TRONDHEIM

Editora Witloof

Ano de Publicação 2000

Número de Páginas 50 p.

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 10 anos

Comentário “A Mosca” é uma divertida história sem palavras (bd muda) que, como o título indica, narra diversas peripécias de uma mosca. Ao relatar a biografia do seu protagonista, desde o seu obscuro nascimento no caixote do lixo, Trondheim junta ao humor a evocação de um terno sentido de risco e descoberta permanente.

Autor(es) Lindsay CIBOS, argumento; Jared HODGES, desenho

Editora Asa

Número de Volumes 3 volumes

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 6 anos

Comentário «Amanda tem nove anos e é uma menina solitária que deseja desesperadamente um animal de estimação. Quando escolhe um furão e lhe chama Pêssego, Amanda consegue uma coisa que mais ninguém tem na escola! Há apenas duas regras: Amanda tem de cuidar da Pêssego e a Pêssego não pode morder-lhe nunca! Quando a pedante Pêssego vê a mão da Amanda – um monstro de cinco cabeças aos olhos de um minúsculo furão com complexo de princesa – morde para se defender! O que fará Amanda?»
Série criada por Lindsay Cibos e Jared Hodges, dois jovens autores vencedores do concurso da Tokiopop para novos autores de mangá (bd japonesa), produto da forte influência do Mangá no mercado da bd global.
É uma aposta na edição em Portugal de Mangá Shoujo – para adolescentes do sexo feminino.

Autor(es) Edgar P. JACOBS

Editora Meribérica/Liber

Número de Volumes 12 volumes

Impressão Quatro Cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 12 anos

Comentário Uma série franco-belga “very british” criada por Edgar P. Jacobs (1904-1987). Com um espírito sério e fleumático nesta série clássica da bd conjugam-se a dramatização com uma capacidade visionária ao serviço de conjecturas científicas fascinantes. A “Marca amarela” e o “Mistério da pirâmide” são possivelmente os episódios mais bem conseguidos.

Esta série foi mais tarde relançada em primeiro por Ted Benoit e Jean Van Hamme (O caso Francis Blake) e posteriormente por André Juillard e Yves Sente (A maquinação Voronov).