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Autor(es) Benoit PEETERS

Editora Casterman

Ano de Publicação 1998

Número de Páginas 144 p.

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário Escrito por um conceituado argumentista (da série “As Cidades Obscuras”) e teórico da banda desenhada, esta obra disseca as composições e variantes possiveis das pranchas, mostrando a complexidade, a riqueza e possiblidades da bd.

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Autor(es) Diniz CONEFREY

Editora CITEN / Fundação Calouste Gulbenkian

Número de Volumes 2 volumes

Impressão Quatro Cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário Dois volumes com os resultados e pedagogia dos cursos de banda desenhada desenvolvidos no Centro de Imagem e Técnicas Narrativas (Fundação Calouste Gulbenkian).
Ministrados pelo autor Diniz Conefrey, o primeiro volume compila material de 1995 e o segundo volume o material entre 1996 e 1998.

Autor(es) Benoît PEETERS

Editora Verbo

Ano de Publicação 2007

Número de Páginas 432 p.

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário «Tintim era eu, com tudo o que em mim existe de necessidade de heroísmo, de coragem, de sinceridade, de malícia e de desembaraço. Era eu, e garanto-te que nem perdia tempo a perguntar a mim mesmo se agradava ou não aos miúdos. E os temas que escolhia, eram temas que me apaixonavam, sobre os quais havia algo a dizer, sobre os quais eu tinha algo a dizer», escreveu um dia Hergé.
Para lá da sua aparente simplicidade, As “Aventuras de Tintim”, que encantam várias gerações de leitores em todo o mundo, representam uma autobiografia indirecta, uma espécie de diário através do qual é possível ler todos os acontecimentos que marcaram Georges Remi ou Hergé (1907-1983), como ficou conhecido para a posteridade. Apoiando-se em várias fontes inéditas – especialmente nas notáveis cartas que Hergé escreveu à sua primeira mulher, Germaine Kieckens, e ao seu primeiro secretário, Marcel Dehaye, Benoît Peeters traça o retrato de um homem perturbado, fiel às suas amizades, e que a partir dos anos 40 quis pôr fim às aventuras do seu herói.
O livro é escrito por Benoît Peeters, escritor e argumentista de bd (co-autor, com François Schuiten, das “Cidades Obscuras”). É um dos maiores especialistas e conhecedores da obra de Hergé, ao qual já dedicou um livro de referência: “Le Monde d’Hergé”.

Autor(es) João Paulo COTRIM, coordenação

Editora Livros Horizonte

Ano de Publicação 1994

Número de Páginas 87 p.

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário Este catálogo inclui as pranchas originais deste desenhador argentino, e que é muito justamente considerado um dos grandes intérpretes do preto e branco. Inserida no programa de “Lisboa, capital iberoamericana da cultura” a exposição esteve no Museu Rafael Bordalo Pinheiro, e também na Casa das Artes do Porto.
É também incluido no catálogo (e exposição) pranchas de homenagem à obra de Muñoz, dos mais interessantes autores portugueses: André Lemos, Filipe Abranches, Nuno Saraiva, Maria João Worm, Pedro Burgos…

Autor(es) Santi VALDÉS

Editora Glénat España

Ano de Publicação 1998

Número de Páginas 144 p.

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário Ensaio sobre a homossexualidade na banda desenhada. O autor além de fazer um retrato histórico, desde de Tom of Finland até à recente indústria pornográfica, e aproveita para atacar algumas séries clássicas (conservadoras ou tradicionais) com algumas divertidas análises provocadoras.

Autor(es) David SOARES

Editora Círculo de Abuso

Ano de Publicação 2004

Número de Páginas 92 p.

Impressão Preto e Branco

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário  (…) assinado por David Soares e lançado pela sua própria editora, Círculo de Abuso, não chegando a ser uma surpresa para quem conhece o seu percurso na banda desenhada portuguesa e acompanha os seus textos na Net, seja no site Centralcomics seja no seu próprio blog (osonhodenewton. crimsonblog.com), onde, aliás, alguns destes textos foram originalmente publicados. Por outras palavras, a erudição de David Soares nas mais diversas matérias, da literatura às ciências exactas, passando pelo estudo das crenças místicas, cabalísticas e do universo gótico, está bem expressa na sua obra, e foi ela que o ajudou a impor-se como argumentista de méritos incontestados. (…)
Sobre BD analisa, em cerca de 80 páginas, cinco criações importantes da banda desenhada dos últimos 20 anos: Maus, de Art Spiegelman; Swamp Thing, na fase Alan Moore; Vincent & Van Gogh, de Gradimir Smudja; Arkham Asylum, de Grant Morrison e Dave McKean; e Uzumaki, do japonês Junji Ito. Na contracapa do livro o autor esclarece que a eleição destes títulos «obedece a preferências individuais», mas que a «mecânica da análise poderia, com toda a certeza, ser voltada para outras obras, outros autores». © João Miguel Tavares

Autor(es) Frank MILLER, argumento; Geof DARROW, desenho

Editora Meribérica/Liber

Número de Volumes 2 volumes

Impressão Quatro Cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário A aposta da Meribérica em “Hard Boiled” terá talvez alguma coisa a ver com o próprio formato “europeu” da obra, a que não será estranho o facto de o desenhador estar radicado em França há alguns anos (…). Marcado pelas suas origens norte-americanas (com destaque para as séries B de fantástico e ficção-científica), e por influências japonesas bem evidentes, seria impossível a este autor cumprir os prazos que esses mercados impõem. Porque ao ver o estilo de desenho de Geof Darrow o leitor rapidamente se apercebe da necessidade de palavras como “perfeccionista”, “maníaco” e “detalhado”.
Em “Hard Boiled” (…) seguimos as aventuras de um simpático pai de família, que, por acaso, é também um “cyborg” assassino ao serviço de uma multinacional (…), e cujo descontrolo vai provocar (várias) hecatombes épicas numa cidade fascinantemente decadente. (…) Darrow obriga o leitor a positivamente “estacionar” frente a sobrecarregadas vinhetas, em busca de mais e mais revelações, de tal modo que a “leitura” é feita de pequenos saltos, dissecações de partes que é difícil encaixar num todo. (…) Frank Miller é um dos mais prestigiados argumentistas dos “comics” americanos (…) tão fascinado como qualquer outro pela meticulosidade de Darrow, a história que construiu foi apenas funcional, uma espécie de carta branca para o virtuosismo do desenhador. Fez bem, até porque, com o perfeccionismo brilhantemente inconsequente do desenho, não haveria muito mais a fazer. (…) © João Ramalho Santos