O diário de K

Autor(es) Filipe ABRANCHES, argumento e desenho; Raul BRANDÃO, autor da obra adaptada

Editora Polvo

Ano de Publicação 2001

Número de Páginas 40 p.

Impressão Duas Cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 16 anos

Comentário Para a crítica é considerada como «a obra de maturidade plena» de Filipe Abranches , onde um palhaço enfrenta a morte em ambiente de agudo romantismo e extrema solidão. A verdade é que Filipe Abranches se confirma como extraordinário produtor de imagens fortes. © João Paulo Cotrim

«Adaptando “A morte do palhaço” de Raúl Brandão, o autor usa o poder evocativo de seu fabuloso desenho, moldando o texto em medos e angústias que encontram plena expressão visual nas reveladoras sombras dos inquilinos da pensão, na magia enganadora do circo. De tal modo “falam” as imagens que o texto se reduz a um mínimo, se exceptuarmos uma sequência perto do final, quando o desenho “corre” atrás das palavras. Servindo para localizar melhor o leitor no labirinto de máscaras, desejos por cumprir, espectáculos de falsa felicidade. Onde o desespero se resgata numa derradeira redenção. Mesmo que a morte pareça uma amante razoável, amar sempre é melhor que morrer. Mesmo que, no final, um público clame “Fora o autor!”…» © João Ramalho Santos

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