Miracleman

miraclemen-pt-cover_frente_peqAutor(es) Alan MOORE, argumento; Garry LEACH, desenho [et. al]

Editora G-Floy

Número de Páginas 384 p.

Impressão Quatro Cores

Faixa Etária Recomendável A partir dos 14 anos

Comentário Começando com as origens obscuras de um super-herói dos anos 50, o Escritor Original (é assim que está creditado o livro devido às desavenças entre o autor e a editora Marvel), com a ajuda de uma mão-cheia dos maiores artistas de comics de sempre, escreveu uma das mais tremendas sagas de super-heróis de sempre. Depois do seu primeiro confronto com o super-vilão que viria a ser a sua némesis, Miracleman irá partir em busca do segredo das suas origens, enquanto o Escritor original irá levar o arquétipo intemporal do super-herói até às suas últimas consequências e à sua visão tremenda de um futuro utópico. O resultado foi uma obra-prima da banda desenhada, a primeira grande história de super-heróis “realista”, que ajudou a redefinir todas as regras do género.

A G. Floy orgulha-se de apresentar aos leitores portugueses a primeira edição integral mundial de uma das obras-primas esquecidas da banda desenhada de super-heróis, e uma das mais influentes de sempre.

Miracleman foi o primeiro de uma série de obras “revisionistas” que puseram em questão todos os clichés e características das histórias de super-heróis. Foi só na sequência de Miracleman, que O Regresso do Cavaleiro das Trevas, Watchmen, ou histórias como Batman Ano Um ou Piada Mortal, escritas por autores inovadores como Frank Miller ou Alan Moore, estabeleceram o cânone deste revisionismo, que aplicava a psicologia real ao universo dos super-heróis, com resultados nem sempre agradáveis, que iam da violência excessiva, da subversão social e política à psicose e sociopatia. Mas até nisso Miracleman foi revolucionário, e abriu caminho a um novo entendimento do género super-heróico, com as suas raízes no mito e na lenda. De certo modo, Miracleman pode ser visto como uma exploração daquilo que pode acontecer num mundo povoado de super-heróis, se levarmos até às últimas consequências a sua existência. Onde é que tudo pode acabar? O que pode sair dali?

Informação Bibliográfica sequela: A Idade de Ouro (G-Floy; 2017) de Neil Gaiman e Mark Buckingham

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